A sua rede documentada até o filamento.
A maioria das ferramentas para no cabo: mostram o traçado no mapa e acabou. O TraceFibra vai até onde o problema realmente mora — a fusão dentro da bandeja, a porta do splitter, o nível óptico que chega no cliente.
Sem cartão. A gente importa a sua rede antes do primeiro acesso — você entra e ela já está lá.
Quando o técnico antigo sai, a rede vai junto.
Todo provedor tem aquela pessoa que sabe tudo de cabeça: por onde passa cada cabo, qual fibra atende qual bairro, o que tem dentro daquela CEO na esquina. Enquanto ela está lá, funciona. O problema é o dia em que ela não está — férias, licença, ou o pedido de demissão.
Documentação que existe só na memória de uma pessoa não é documentação. É RISCO! E ele cobra na hora errada, com o cliente esperando e o caminhão na rua.
O rompimento às 2 da manhã
Ninguém sabe quem cai naquele filamento. O NOC liga para o técnico que está de folga, e a resposta demora o tempo de alguém acordar.
A visita que não precisava
O comercial vende, agenda, desloca a equipe — e a CTO estava cheia. O custo aparece depois, em combustível e cliente irritado.
A planilha de ontem
Documentar em planilha dá trabalho no meio do mutirão. Ninguém faz na hora, e a documentação envelhece até virar ficção.
A fusão é feita no próprio desenho da caixa.
Esse é o ponto que mais trava documentação de rede: dá trabalho. Abrir planilha, achar a linha, digitar cabo, fibra, posição, salvar. Ninguém faz no meio do mutirão.
Aqui cada cabo que chega à caixa aparece com todas as suas fibras, inclusive as que ainda não foram fusionadas. O splitter aparece como triângulo. Você clica numa ponta, clica na outra — a emenda nasce na bandeja certa, na posição livre que existia. Documentar deixou de ser tarefa separada.
O traçado não para na porta do POP.
Ferramenta de mapa costuma parar no DIO. O que tem dali para dentro fica numa planilha, num desenho de Visio ou na cabeça de quem montou o rack. Aqui o bastidor é desenhado em U: OLT, switch, BNG, DIO, nobreak e retificador na posição real. Mudou de lugar? Arraste.
Cada porta é ligada por cordão com a etiqueta que está no cabo. Ilumine um cliente e o caminho vai até o fim: OLT‑01 GPON 1 · U21 → cordão F‑01 → DIO‑01 P01 → backbone → CEO → CTO → casa. A potência que você mede na porta PON vale para todo o caminho.
Documente o seu bastidor grátis Sem cadastro · elevação em U, portas e cordões · sai em PDFCordão com etiqueta
A via do DIO escolhe a porta da OLT numa lista — porta já ocupada aparece bloqueada. A etiqueta F‑01, D‑01, E‑01 sai sozinha e confere com a do cabo em campo.
Inventário de todos os POPs
Modelo, número de série, IP de gerência, posição e potência de cada equipamento, em uma tela só. Sai em planilha para o patrimônio e em PDF com o desenho do rack.
Entra no orçamento
Rack, OLT, switch, retificador e cordões cadastrados no bastidor viram quantidade no custo do projeto, com a mesma regra auditável dos materiais da rua.
Coisas que só existem quando a documentação chega no filamento.
Nível óptico até o cliente
Você informa a potência medida na porta PON da OLT e a perda do DIO. O sistema desconta fibra, cada fusão e cada splitter, e mostra o dBm em todo trecho do caminho — não uma estimativa por distância, mas a soma pelas emendas que você documentou.
OTDR que vira ponto no mapa — até da rua
O equipamento diz "evento a 10,2 km". Antes só dava para digitar no escritório; agora o próprio técnico faz isso pelo celular, sem chamar ninguém. O sistema percorre as fusões lance a lance e marca o local — descontando a reserva técnica, que é o que faz a conta bater com a realidade.
Auditoria de fibra a fibra, em campo
O técnico abre um link no celular, sem usuário e sem senha, e confere fibra a fibra do DIO até a CTO: o que o projeto diz ao lado do que ele encontra na caixa. Divergência, defeito ou fibra fora do projeto chegam prontos para o escritório decidir o que aplicar.
Postes da concessionária, do escritório à rua
O sistema estima um poste a cada vão. Na rua, o técnico confirma ou certifica cada um pelo celular — sem senha, com o traçado do cabo se ajustando ao poste real. A solicitação e o memorial descritivo já saem prontos no padrão ABNT, com a planilha sequencial para a concessionária.
Rastreio que segue a fibra
Quem cai se esse filamento romper? O rastreio entra na caixa, acha a emenda e continua. No splitter, ramifica para todas as saídas alimentadas. Segue a fibra, não o cabo.
Custo do projeto
Cada material com preço e uma regra de consumo. As quantidades saem do desenho: metros por bitola, postes pelo vão, encabeçamento em cada caixa e curva — e, dentro do POP, rack, OLT e cordões. Mexeu no traçado, o orçamento muda junto.
Viabilidade por endereço, com link fixo
Digite o endereço e veja as CTOs mais próximas já classificadas: porta livre, drop, sinal em dBm e custo. A equipe comercial usa um link fixo, em tela cheia no computador ou no celular, que se atualiza sozinho a cada salvamento — sem expor cliente, cabo ou fusão.
Pré-cadastro na hora da venda
Fechou? O comercial reserva a CTO e o cliente e o drop já entram no projeto, ligados a uma porta livre e marcados como pendentes. A porta fica reservada, e nada é ativado antes de o administrador validar.
Relatório de vendas para ativar
No celular, cada vendedor vê as suas vendas e a situação de cada uma. No escritório, o administrador valida, preenche o login do ERP e exporta CSV ou PDF — a venda chega pronta para ativar, sem refazer cadastro.
Sua marca no sistema
Logo, nome e cor da sua empresa na interface, na tela de login do navegador da equipe e na página de consulta do comercial. Quem usa vê a marca do provedor, não a nossa.
Orçamento só da área que você desenhar
Vários municípios ou redes no mesmo projeto? Desenhe a área no mapa e o orçamento considera só o que está dentro: caixas, clientes e o trecho de cabo que cai na área, com os custos operacionais lançados para ela. Cada área sai em PDF e CSV com o próprio nome.
Central de ajuda dentro do app
42 guias passo a passo, com busca pelo que você quer fazer — fusão, splitter, lacre, importar KMZ. O botão ? de cada formulário abre o guia daquela ferramenta, então a equipe nova aprende na hora, sem manual em PDF nem mensagem às 22h.
Traçado de cabo, nó a nó
Ao editar um cabo, arraste qualquer nó para ajustar o caminho, crie nós novos entre dois pontos e apague os que sobram. Um clique solto no mapa não bagunça o traçado — para estender a ponta, é só ligar o modo próprio.
Ficha de campo com mapa
PDF por caixa com bandejas, fusões, portas e o mapa da localização — a caixa, os cabos que chegam nela e as vizinhas. Funciona impresso, sem sinal, na mão do técnico.
Começa do que você já tem
Importe o KMZ do Google Earth: Placemarks viram POP, CEO, CTO e postes; linhas viram cabos. E se um dia quiser sair, exporta tudo em KML, KMZ, GeoJSON ou no formato nativo.
O projeto se orça sozinho.
Você cadastra o preço de cada material uma vez e diz o que dispara a quantidade dele. O resto sai do desenho: metros por bitola, postes estimados pelo vão — 35 m na cidade, 80 m na rodovia —, encabeçamento em cada caixa, reserva e curva de rua. No POP, o que está montado no bastidor também conta: rack pela altura, equipamento pelo modelo, cordão pelo tipo.
E é auditável: cada item mostra a regra que gerou a quantidade, para o seu engenheiro conferir em vez de confiar. Sai em PDF com o mapa da área e em CSV para a sua planilha.
Sobre o mapa real, na cor que a rua tem.
Cabo colorido por bitola, do 6 FO ao 144 FO, com a legenda do que existe no projeto — porque cabo costuma ser a maior linha do orçamento e é onde o olho precisa cair primeiro. Um clique e as cores viram situação: rompido, em manutenção, projetado.
Postes, caixas, clientes e reservas sobre OpenStreetMap ou satélite. Régua, área, e relatório da região que você marcar.
“Tem rede no endereço?” O comercial responde sozinho.
Digite o endereço, use a localização do celular ou toque no mapa. Em vez de só listar as CTOs próximas, o TraceFibra diz se cada uma atende: porta livre, tamanho do drop, sinal estimado no cliente e custo para levar a fibra.
A equipe de vendas recebe um link fixo, no computador em tela cheia ou no celular, e guarda nos favoritos. Você manda uma vez: a consulta acompanha o projeto sozinha a cada salvamento, sem expor cliente, cabo nem fusão. Fechou a venda? O pré-cadastro entra no projeto na hora e o relatório de vendas mostra o que espera validação, o que já foi ativado e o que foi recusado.
A equipe aprende dentro do próprio sistema.
Um guia passo a passo para cada ferramenta, do primeiro projeto ao OTDR no celular. Você digita o que quer fazer — fusão, splitter, lacre, importar KMZ — e o guia aparece.
Dentro dos formulários de CEO, CTO, POP, poste, cliente e cabo, o botão ? abre direto o artigo daquela ferramenta. Equipe nova produz mais cedo, e você para de responder a mesma pergunta às 22h.
O transporte óptico planejado antes de comprar a placa.
O módulo DWDM monta o diagrama de camada óptica como as propostas de fabricante: cada site numa caixa, as placas nas duas pistas (MUX/DEMUX, ROADM, WSS, amplificadores, Raman, OPS, OPM), km, perda e tipo de fibra de cada vão e o OSNR calculado embaixo. A luz colorida corre pela fibra como os comprimentos de onda.
Quando algo não fecha, a marca pisca onde está o erro. Um clique abre a placa certa, com a dica pronta: “o receptor está 3 dB acima do limite; reduza o ganho do pré-amplificador do POP Sul em ~4 dB”. Aplicou a sugestão, o alerta se recalcula na hora.
Equipamentos de verdade
MUX/DEMUX, ROADM e OADM, WSS, EDFA (booster, pré e linha), Raman, atenuador, OPS de proteção 1+1, OPM, OSC, OTDR e regenerador. Cada placa pode ter parâmetros só dela; o modelo da biblioteca é o padrão.
Rack do POP com slots
Chassis e slots por POP, com cada placa na posição que você informou. Conflito de slot sai em vermelho, e “distribuir nos slots livres” preenche o que falta.
WSS validado contra o espectro
Granularidade do filtro contra a largura do slot, canais contra a capacidade e portas contra as direções do nó — com o espectro que se perde quando o slot não é múltiplo.
Topologia no próprio diagrama
Rede em anel, POPs e trechos editáveis no desenho, fechamento de anel e distância da fibra entre os POPs direto numa tabela. Mexeu num valor, perda, OSNR e alertas se atualizam.
Medido × projetado
A telemetria dos seus transponders entra por uma chave de envio. O sistema compara RX, TX e OSNR com o projetado, mostra a tendência por canal e avisa quando o valor está caindo antes de cruzar a margem.
Relatório para o cliente e a equipe
PDF e Excel com os diagramas de camada óptica, o painel de rack de cada POP, o espectro e o orçamento de potência linha a linha. Quem não vê custos recebe o arquivo sem valores.
As figuras são da rede de demonstração, com equipamentos e valores fictícios. O espectro e a equalização são calculados do projeto, não medidos: a medição real chega pela telemetria dos transponders, nas pontas do circuito. Quer ver com a sua rede? Peça o teste de 15 dias.
O plano acompanha o tamanho da sua rede.
Mesmos recursos nos três — o que muda é quantos projetos e quantas pessoas da sua equipe usam ao mesmo tempo. Uma visita técnica evitada por mês já paga a assinatura.
- 1 projeto
- Até 3 usuários
- Todos os recursos, sem módulo à parte
- Sua marca na interface
- Até 5 projetos — uma cidade em cada
- Até 10 usuários
- Implantação assistida inclusa no anual
- Prioridade no atendimento
- Projetos e usuários conforme a operação
- Implantação e treinamento da equipe
- Atendimento combinado por contrato
- Preço travado durante a vigência
Sem fidelidade no mensal — cancele quando quiser. Cresceu de faixa? Você troca de plano no meio do caminho, pagando só a diferença.
As dúvidas que sempre aparecem.
Preciso jogar fora o que já tenho no Google Earth?
Não. Importe o KMZ e a rede entra: Placemarks viram POP, CEO, CTO e postes; linhas viram cabos. A partir daí você segue documentando o que o Earth nunca guardou — a fusão dentro da caixa, o splitter, a porta do cliente.
Dá para documentar o rack do POP?
Dá. Cada POP tem os seus bastidores desenhados em U, com os equipamentos na posição real, número de série, IP e potência, e os cordões ligando porta a porta até o DIO. É isso que faz o rastreio de um cliente terminar na porta PON da OLT, e não na parede da central.
Quer ver antes de falar com a gente? A documentação de bastidor funciona sozinha, de graça e sem cadastro, e gera o PDF para a equipe. O arquivo que ela exporta entra direto no POP do TraceFibra — nada do que você documentou lá se perde.
O módulo DWDM mede a minha rede?
Não: ele planeja e confere. O orçamento de potência, o OSNR e o espectro são calculados com os dados que você informa de cada equipamento, e cada valor vem marcado com a origem. A medição real entra pela telemetria dos seus transponders (RX, TX, OSNR), que o sistema compara com o projetado. Se um dado do datasheet faltar, a análise aparece como incompleta — nunca um número suposto.
Isso substitui o meu sistema de gestão?
Não, e nem tenta. O seu SGP cuida de cliente, cobrança e provisionamento. O TraceFibra cuida da planta física — o que existe na rua e dentro das caixas. Os dois convivem, e é por isso que ele custa uma fração do que custa um SGP.
Como funciona o teste de 15 dias?
Você chama no WhatsApp, a gente conversa uns minutos para entender a sua rede e importa o que você já tiver — KMZ, planilha ou nada. Você recebe usuário e senha, e no primeiro acesso a sua rede já está lá. Ferramenta de documentação vazia não mostra nada; por isso não é um cadastro automático.
Precisa instalar alguma coisa?
Não. Roda no navegador, em qualquer computador da equipe. O técnico em campo abre no celular, e a ficha de campo sai em PDF para quando não houver sinal.
E se eu quiser sair?
Você exporta o projeto inteiro no formato nativo, em GeoJSON, KML ou KMZ, quando quiser, sem pedir nada a ninguém. Os dados são seus — se a gente não segurar você pelo serviço, não vai segurar por refém.
Vocês integram com o meu ERP?
Integração não é uma chave que se liga: depende do que cada ERP disponibiliza como dado e em quais variáveis. Um expõe o cliente com a CTO e a porta; outro só devolve o contrato e o endereço. São caminhos diferentes.
Por isso a gente agenda uma conversa técnica com quem cuida do seu ERP, mapeia os campos que existem do seu lado e define juntos o melhor formato — o que dá para trazer automaticamente e o que continua no cadastro. Já existe um adaptador para IXC Soft como ponto de partida.