A sua rede documentada até o filamento.
A maioria das ferramentas para no cabo: mostram o traçado no mapa e acabou. O TraceFibra vai até onde o problema realmente mora — a fusão dentro da bandeja, a porta do splitter, o nível óptico que chega no cliente.
Sem cartão. A gente importa a sua rede antes do primeiro acesso — você entra e ela já está lá.
Quando o técnico antigo sai, a rede vai junto.
Todo provedor tem aquela pessoa que sabe tudo de cabeça: por onde passa cada cabo, qual fibra atende qual bairro, o que tem dentro daquela CEO na esquina. Enquanto ela está lá, funciona. O problema é o dia em que ela não está — férias, licença, ou o pedido de demissão.
Documentação que existe só na memória de uma pessoa não é documentação. É risco — e ele cobra na hora errada, com o cliente esperando e o caminhão na rua.
O rompimento às 2 da manhã
Ninguém sabe quem cai naquele filamento. O NOC liga para o técnico que está de folga, e a resposta demora o tempo de alguém acordar.
A visita que não precisava
O comercial vende, agenda, desloca a equipe — e a CTO estava cheia. O custo aparece depois, em combustível e cliente irritado.
A planilha de ontem
Documentar em planilha dá trabalho no meio do mutirão. Ninguém faz na hora, e a documentação envelhece até virar ficção.
A fusão é feita no próprio desenho da caixa.
Esse é o ponto que mais trava documentação de rede: dá trabalho. Abrir planilha, achar a linha, digitar cabo, fibra, posição, salvar.
Aqui é diferente. Cada cabo que chega à caixa aparece com todas as suas fibras, inclusive as que ainda não foram fusionadas. O splitter aparece como triângulo. Você clica numa ponta, clica na outra — a emenda nasce na bandeja certa, na posição livre que existia.
Documentar deixou de ser tarefa separada. Virou o jeito de trabalhar.
Coisas que só existem quando a documentação chega no filamento.
Nível óptico até o cliente
Você informa a potência da porta PON e a perda do DIO. O sistema desconta fibra, cada fusão e cada splitter, e mostra o dBm em todo trecho do caminho — não uma estimativa por distância, mas a soma pelas emendas que você documentou.
OTDR que vira ponto na rua
O equipamento diz "evento a 10,2 km". Você digita, e o sistema percorre as fusões lance a lance e marca o local no mapa — descontando as reservas técnicas, que é o que faz a conta bater com a realidade.
Rastreio que segue a fibra
Quem cai se esse filamento romper? O rastreio entra na caixa, acha a emenda e continua. No splitter, ramifica para todas as saídas alimentadas. Segue a fibra, não o cabo.
Custo do projeto
Cada material com preço e uma regra de consumo. As quantidades saem do desenho: metros por bitola, postes pelo vão, encabeçamento em cada caixa e curva. Mexeu no traçado, o orçamento muda junto.
Ficha de campo com mapa
PDF por caixa com bandejas, fusões, portas e o mapa da localização — a caixa, os cabos que chegam nela e as vizinhas. Funciona impresso, sem sinal, na mão do técnico.
Começa do que você já tem
Importe o KMZ do Google Earth: Placemarks viram POP, CEO, CTO e postes; linhas viram cabos. E se um dia quiser sair, exporta tudo em KML, KMZ, GeoJSON ou no formato nativo.
O projeto se orça sozinho.
Você cadastra o preço de cada material uma vez e diz o que dispara a quantidade dele. O resto sai do desenho: metros por bitola, postes estimados pelo vão — 35 m na cidade, 80 m na rodovia —, encabeçamento em cada caixa, reserva e curva de rua.
E é auditável: cada item mostra a regra que gerou a quantidade, para o seu engenheiro conferir em vez de confiar. Sai em PDF com o mapa da área e em CSV para a sua planilha.
Sobre o mapa real, na cor que a rua tem.
Cabo colorido por bitola, do 6 FO ao 144 FO, com a legenda do que existe no projeto — porque cabo costuma ser a maior linha do orçamento e é onde o olho precisa cair primeiro. Um clique e as cores viram situação: rompido, em manutenção, projetado.
Postes, caixas, clientes e reservas sobre OpenStreetMap ou satélite. Régua, área, e relatório da região que você marcar.
O plano acompanha o tamanho da sua rede.
Mesmos recursos nos três — o que muda é quantos projetos e quantas pessoas da sua equipe usam ao mesmo tempo. Uma visita técnica evitada por mês já paga a assinatura.
- 1 projeto
- Até 3 usuários
- Todos os recursos, sem módulo à parte
- Sua marca na interface
- Até 5 projetos — uma cidade em cada
- Até 10 usuários
- Implantação assistida inclusa no anual
- Prioridade no atendimento
- Projetos e usuários conforme a operação
- Implantação e treinamento da equipe
- Atendimento combinado por contrato
- Preço travado durante a vigência
Sem fidelidade no mensal — cancele quando quiser. Cresceu de faixa? Você troca de plano no meio do caminho, pagando só a diferença.
As dúvidas que sempre aparecem.
Preciso jogar fora o que já tenho no Google Earth?
Não. Importe o KMZ e a rede entra: Placemarks viram POP, CEO, CTO e postes; linhas viram cabos. A partir daí você segue documentando o que o Earth nunca guardou — a fusão dentro da caixa, o splitter, a porta do cliente.
Isso substitui o meu sistema de gestão?
Não, e nem tenta. O seu SGP cuida de cliente, cobrança e provisionamento. O TraceFibra cuida da planta física — o que existe na rua e dentro das caixas. Os dois convivem, e é por isso que ele custa uma fração do que custa um SGP.
Como funciona o teste de 15 dias?
Você chama no WhatsApp, a gente conversa uns minutos para entender a sua rede e importa o que você já tiver — KMZ, planilha ou nada. Você recebe usuário e senha, e no primeiro acesso a sua rede já está lá. Ferramenta de documentação vazia não mostra nada; por isso não é um cadastro automático.
Precisa instalar alguma coisa?
Não. Roda no navegador, em qualquer computador da equipe. O técnico em campo abre no celular, e a ficha de campo sai em PDF para quando não houver sinal.
E se eu quiser sair?
Você exporta o projeto inteiro no formato nativo, em GeoJSON, KML ou KMZ, quando quiser, sem pedir nada a ninguém. Os dados são seus — se a gente não segurar você pelo serviço, não vai segurar por refém.
Vocês integram com o meu ERP?
Integração não é uma chave que se liga: depende do que cada ERP disponibiliza como dado e em quais variáveis. Um expõe o cliente com a CTO e a porta; outro só devolve o contrato e o endereço. São caminhos diferentes.
Por isso a gente agenda uma conversa técnica com quem cuida do seu ERP, mapeia os campos que existem do seu lado e define juntos o melhor formato — o que dá para trazer automaticamente e o que continua no cadastro. Já existe um adaptador para IXC Soft como ponto de partida.